sábado, 25 de outubro de 2008

Esta sou eu


Sou um corpo com vida
Sou um corpo sem alma
Em um jardim de flores,
Eu caminho
Um lugar cheio de cactos
E espinhos


E eu sangro,eu sangro...


Mas nao sinto dor
Nao sinto calor
Só o frio
Que congela o que restou...


Entao eu sangro, eu sangro...


E lentamente o sono vem,
Os pesadelos me atormentam
E de repente tudo se apaga
Finalmente, tudo acaba!


E eu morro, eu morro...



by tuza

8 comentários:

Cadinho RoCo disse...

Morremos a cada instante que passa.
Cadinho RoCo

poetaeusou . . . disse...

*
belo poema,
bem arquitectado,
,
sou eu . . . que digo
,
*

Angelina disse...

Belo poema. Negro, doloroso, mas belo.

Um beijo grande.

Ignea Vate disse...

bela mostra de sentimentalismo sobre o além que ainda não conheçemos... mas, anseamos por um aparo... Morte...

As vezes a complexidade vai além de qualquer sopro... mas, em uns destes sopros nos deparamos com espiritos e mentes que sabem exatamente oque sussurramos...

=)
Linda carne...
Adorei a profundidade que transborda em tuas palavras...
Obrigada pela visita e por sentir que sabe oque se passa por esta carne aqui...=)

Boa noite querida...
fica bem... =)
Adorei voce! x)

Anônimo disse...

uau qnta força.

bjosss...

Phantom of the Opera disse...

No final...

Tudo o que sentes
é uma paz que te abraça,
protegida dos olhares
nesse silêncio.
Vais conseguir ver
como são belos
os pequenos detalhes
desta passagem pela vida.

beijo nocturno

LuzdeLua disse...

Somos vida e morte.
Sereno e sorte
Luz e calor

Obrigada pela visita e teu blog está muito bonito viu.
Um abraço

:.tossan® disse...

Tuza vc faz uma linda poesia. Gostei muito! Bj