
Sou um corpo com vida
Sou um corpo sem alma
Em um jardim de flores,
Eu caminho
Um lugar cheio de cactos
E espinhos
E eu sangro,eu sangro...
Mas nao sinto dor
Nao sinto calor
Só o frio
Que congela o que restou...
Entao eu sangro, eu sangro...
E lentamente o sono vem,
Os pesadelos me atormentam
E de repente tudo se apaga
Finalmente, tudo acaba!
E eu morro, eu morro...
by tuza

8 comentários:
Morremos a cada instante que passa.
Cadinho RoCo
*
belo poema,
bem arquitectado,
,
sou eu . . . que digo
,
*
Belo poema. Negro, doloroso, mas belo.
Um beijo grande.
bela mostra de sentimentalismo sobre o além que ainda não conheçemos... mas, anseamos por um aparo... Morte...
As vezes a complexidade vai além de qualquer sopro... mas, em uns destes sopros nos deparamos com espiritos e mentes que sabem exatamente oque sussurramos...
=)
Linda carne...
Adorei a profundidade que transborda em tuas palavras...
Obrigada pela visita e por sentir que sabe oque se passa por esta carne aqui...=)
Boa noite querida...
fica bem... =)
Adorei voce! x)
uau qnta força.
bjosss...
No final...
Tudo o que sentes
é uma paz que te abraça,
protegida dos olhares
nesse silêncio.
Vais conseguir ver
como são belos
os pequenos detalhes
desta passagem pela vida.
beijo nocturno
Somos vida e morte.
Sereno e sorte
Luz e calor
Obrigada pela visita e teu blog está muito bonito viu.
Um abraço
Tuza vc faz uma linda poesia. Gostei muito! Bj
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